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Diante do corte de 41% no orçamento da UFRJ, o que representa R$ 114 milhões a menos para custeio de serviços básicos para a manutenção do funcionamento da universidade, que alerta para o comprometimento da rotina de atividades acadêmicas antes do segundo semestre, a Associação Atlética Acadêmica da Faculdade Nacional de Direito (AAAFND) vem por meio desta nota expressar o seu repúdio, enquanto instituição da maior universidade federal do Brasil.

A nossa Gloriosa Faculdade Nacional de Direito, maior faculdade de direito do país, por consequência, também está na rota dos cortes. Somos referência na formação do pensamento jurídico e historicamente defensores da democracia e frente ao ataque às universidades federais não seria diferente. Esse corte põe em cheque não só o funcionamento da FND, mas também a qualidade e a gratuidade dos serviços por ela prestados. Todos nós alimentamos um sentimento de orgulho pela nossa faculdade e das instituições pertencentes a ela e precisamos lutar pela permanência desses espaços.

Defender a universidade pública é defender o Brasil. Em janeiro, foi divulgado que cientistas da UFRJ descobriram um caminho promissor para a cura do Alzheimer. Hospitais Universitários realizam 1,5 milhões de consultas médicas por ano. Pesquisadores e engenheiros da COPPE/UFRJ e outras universidades federais que descobriram o pré-sal. Essas informações nos mostram a importância das universidades públicas para a sociedade brasileira, enquanto produtora de conhecimento, pesquisa, inovação, tecnologias e opinião.

Não é tolerável que a liberdade de expressão, direito fundamental garantido constitucionalmente, os estudantes e as universidades públicas sejam tratados como balbúrdia. Não é aceitável que o chefe do executivo remeta-se aos manifestantes do 15M, que são contrários aos cortes e defendem a educação, como idiotas úteis.

É nesse sentido que a diretoria da Atlética da Nacional, formada por estudantes que defendem o caráter público, gratuito e de qualidade das universidades federais, se posiciona contra os cortes na educação, reiterando que não somos balbúrdia e que marcharemos hoje pelos nossos direitos e contra essas medidas.
Diante do corte de 41% no orçamento da UFRJ, o que representa R$ 114 milhões a menos para custeio de serviços básicos para a manutenção do funcionamento da universidade, que alerta para o comprometimento da rotina de atividades acadêmicas antes do segundo semestre, a Associação Atlética Acadêmica da Faculdade Nacional de Direito (AAAFND) vem por meio desta nota expressar o seu repúdio, enquanto instituição da maior universidade federal do Brasil. A nossa Gloriosa Faculdade Nacional de Direito, maior faculdade de direito do país, por consequência, também está na rota dos cortes. Somos referência na formação do pensamento jurídico e historicamente defensores da democracia e frente ao ataque às universidades federais não seria diferente. Esse corte põe em cheque não só o funcionamento da FND, mas também a qualidade e a gratuidade dos serviços por ela prestados. Todos nós alimentamos um sentimento de orgulho pela nossa faculdade e das instituições pertencentes a ela e precisamos lutar pela permanência desses espaços. Defender a universidade pública é defender o Brasil. Em janeiro, foi divulgado que cientistas da UFRJ descobriram um caminho promissor para a cura do Alzheimer. Hospitais Universitários realizam 1,5 milhões de consultas médicas por ano. Pesquisadores e engenheiros da COPPE/UFRJ e outras universidades federais que descobriram o pré-sal. Essas informações nos mostram a importância das universidades públicas para a sociedade brasileira, enquanto produtora de conhecimento, pesquisa, inovação, tecnologias e opinião. Não é tolerável que a liberdade de expressão, direito fundamental garantido constitucionalmente, os estudantes e as universidades públicas sejam tratados como balbúrdia. Não é aceitável que o chefe do executivo remeta-se aos manifestantes do 15M, que são contrários aos cortes e defendem a educação, como idiotas úteis. É nesse sentido que a diretoria da Atlética da Nacional, formada por estudantes que defendem o caráter público, gratuito e de qualidade das universidades federais, se posiciona contra os cortes na educação, reiterando que não somos balbúrdia e que marcharemos hoje pelos nossos direitos e contra essas medidas.