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Eis que é chegado mais um 8 de março.
E hoje a proposta das mulheres da AAAFND é diferente. Muito mais que parabenizar e exaltar suas companheiras, queremos falar com vocês, homens. Por isso a primeira parte do post é para vocês. Muito além das atitudes diárias que precisam ser revistas, respeitando as mulheres não por elas serem x, ou y, mas sim por serem pessoas iguais a vocês, queremos aqui focar nos jogos universitários, competição que além de participarmos como atletas, participamos como organização. Estamos aqui falando como atletas e como diretoras.
Nos próximos jogos, pensem nas atitudes que vocês já tiveram que diminuíram alguma mulher. Pensem se julgaram que a organização não estava tão boa porque era uma mulher que estava ali. Pensem se não “obedeceram” porque é só mais uma mulher histérica ali gritando. Pensem se não levam tão a sério se é uma mulher puxando torcida. Pensem se já menosprezaram um jogo feminino porque meninas não sabem jogar modalidade X. Pensem na cumulação de preconceito, na mulher negra. Pensem em como chegaram numa menina e como reagiram se ela falou não. Pensem em como abordaram um casal lésbico. Pensem em como julgaram a fantasia de fulana. Pensem em como reagiram quando uma menina se sentiu vítima de abuso. Se levaram a sério ou se só pensaram em “mimimi” ou exagero. 
Já passou por alguma dessa situação? Acreditamos que sim.
Porque nós, mulheres, com certeza já. Já nos sentimos inferiores ao ver arquibancada vazia. Já nos sentimos incompetentes por duvidarem da nossa organização. Já nos sentimos impotentes por duvidarem das nossas queixas. E nos sentimos a cada atitude machista do dia  a dia. Por isso, pedimos que repensem e mudem atitudes. Ouçam. Vejam. Reflitam. Vocês não estão no nosso lugar e nunca vão passar pelo que passamos. Por isso, é importante ouvir, estar atento. Não é só desejar parabéns, entregar rosa, chocolate, fazer homenagem. 
Agora, às mulheres, como nós, desejamos força. Somos mulheres, donas dos nossos corpos, das nossas vontades. Somos mulheres, de todas as cores, de várias idades. Mulheres cabeça e muito equilibradas. Somos nós por nós. (Cont)
Eis que é chegado mais um 8 de março. E hoje a proposta das mulheres da AAAFND é diferente. Muito mais que parabenizar e exaltar suas companheiras, queremos falar com vocês, homens. Por isso a primeira parte do post é para vocês. Muito além das atitudes diárias que precisam ser revistas, respeitando as mulheres não por elas serem x, ou y, mas sim por serem pessoas iguais a vocês, queremos aqui focar nos jogos universitários, competição que além de participarmos como atletas, participamos como organização. Estamos aqui falando como atletas e como diretoras. Nos próximos jogos, pensem nas atitudes que vocês já tiveram que diminuíram alguma mulher. Pensem se julgaram que a organização não estava tão boa porque era uma mulher que estava ali. Pensem se não “obedeceram” porque é só mais uma mulher histérica ali gritando. Pensem se não levam tão a sério se é uma mulher puxando torcida. Pensem se já menosprezaram um jogo feminino porque meninas não sabem jogar modalidade X. Pensem na cumulação de preconceito, na mulher negra. Pensem em como chegaram numa menina e como reagiram se ela falou não. Pensem em como abordaram um casal lésbico. Pensem em como julgaram a fantasia de fulana. Pensem em como reagiram quando uma menina se sentiu vítima de abuso. Se levaram a sério ou se só pensaram em “mimimi” ou exagero. Já passou por alguma dessa situação? Acreditamos que sim. Porque nós, mulheres, com certeza já. Já nos sentimos inferiores ao ver arquibancada vazia. Já nos sentimos incompetentes por duvidarem da nossa organização. Já nos sentimos impotentes por duvidarem das nossas queixas. E nos sentimos a cada atitude machista do dia a dia. Por isso, pedimos que repensem e mudem atitudes. Ouçam. Vejam. Reflitam. Vocês não estão no nosso lugar e nunca vão passar pelo que passamos. Por isso, é importante ouvir, estar atento. Não é só desejar parabéns, entregar rosa, chocolate, fazer homenagem. Agora, às mulheres, como nós, desejamos força. Somos mulheres, donas dos nossos corpos, das nossas vontades. Somos mulheres, de todas as cores, de várias idades. Mulheres cabeça e muito equilibradas. Somos nós por nós. (Cont)