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No século 21, a cada 23 minutos morre um jovem negro. 
João Pedro, 14 anos. 
Essas frases se encontram porque, mais uma vez, a história se repete: um jovem negro é morto pela polícia. Dentro de casa. João Pedro brincava com os primos no quintal da casa de seu tio quando foi surpreendido pelos policiais, que o acertaram na barriga. A família conta que um dos policiais presentes checou o pulso do menino e disse algo como “acode ele aí”, sem prestar nenhum tipo de auxílio. Foram os próprios familiares quem levaram João até o helicóptero da polícia, que estava pousado no campo da comunidade, sob vários disparos. Foi nessa ocasião que se deu início à busca pelo João, que foi levado pelo helicóptero da polícia, não se sabe para onde, sem que fosse permitido a um familiar acompanhá-lo. A partir desse instante, se iniciaram as 17 horas de desaparecimento de João.

O relato da família é aquele que sempre lutamos para que seja ouvido: a polícia invadiu a casa de forma cruel, saíram atirando sem saber em quem. A pergunta que fazemos é a seguinte: é de interesse do Estado e da Polícia saberem em quem atirar quando o que há pela frente são pessoas negras? A resposta nos foi dada há muitos anos: vai do período escravocrata no Brasil (que era amparado juridicamente) até a morte de João hoje, que parece não importar para o nosso sistema jurídico. Para o Estado, a polícia e a sociedade como um todo, pessoas negras são apenas corpos.
Malcolm X dizia que “depois que a polícia convence o publico branco de que o negro é um elemento criminoso, a polícia pode chegar e interrogar, brutalizar e assassinar negros desarmados e inocentes. E o publico branco é manipulável o bastante para lhe dar apoio. Isso faz da comunidade negra um estado policial”. Nesse sentido, fazemos aqui um apelo a você, pessoa branca que lê esse texto. Tome consciência do significado de nascer branco no Brasil. Nascer branco é nascer livre. É poder sonhar sem ser interrompido. É ter a maior expectativa de vida. Os melhores salários, os empregos mais prestigiados. Nascer branco é nascer livre, sem um alvo nas costas. João Pedro nasceu negro. +
No século 21, a cada 23 minutos morre um jovem negro. João Pedro, 14 anos. Essas frases se encontram porque, mais uma vez, a história se repete: um jovem negro é morto pela polícia. Dentro de casa. João Pedro brincava com os primos no quintal da casa de seu tio quando foi surpreendido pelos policiais, que o acertaram na barriga. A família conta que um dos policiais presentes checou o pulso do menino e disse algo como “acode ele aí”, sem prestar nenhum tipo de auxílio. Foram os próprios familiares quem levaram João até o helicóptero da polícia, que estava pousado no campo da comunidade, sob vários disparos. Foi nessa ocasião que se deu início à busca pelo João, que foi levado pelo helicóptero da polícia, não se sabe para onde, sem que fosse permitido a um familiar acompanhá-lo. A partir desse instante, se iniciaram as 17 horas de desaparecimento de João. O relato da família é aquele que sempre lutamos para que seja ouvido: a polícia invadiu a casa de forma cruel, saíram atirando sem saber em quem. A pergunta que fazemos é a seguinte: é de interesse do Estado e da Polícia saberem em quem atirar quando o que há pela frente são pessoas negras? A resposta nos foi dada há muitos anos: vai do período escravocrata no Brasil (que era amparado juridicamente) até a morte de João hoje, que parece não importar para o nosso sistema jurídico. Para o Estado, a polícia e a sociedade como um todo, pessoas negras são apenas corpos. Malcolm X dizia que “depois que a polícia convence o publico branco de que o negro é um elemento criminoso, a polícia pode chegar e interrogar, brutalizar e assassinar negros desarmados e inocentes. E o publico branco é manipulável o bastante para lhe dar apoio. Isso faz da comunidade negra um estado policial”. Nesse sentido, fazemos aqui um apelo a você, pessoa branca que lê esse texto. Tome consciência do significado de nascer branco no Brasil. Nascer branco é nascer livre. É poder sonhar sem ser interrompido. É ter a maior expectativa de vida. Os melhores salários, os empregos mais prestigiados. Nascer branco é nascer livre, sem um alvo nas costas. João Pedro nasceu negro. +
Hoje é o Dia Internacional contra a LGBTQI+fobia. Foi nesta respectiva data, no ano de 1990, que a Organização Mundial de Saúde retirou o termo homossexualismo da lista de distúrbios mentais do Código Internacional de Doenças.
Tendo como objetivo conscientizar a população sobre a luta contra a discriminação por orientação sexual e diversidade de gênero, essa data ganhou nome, por ser um marco na despatologização da homoafetivida. 
No entanto, temos que entender que essa luta não é simples, ela envolve diversas questões; a luta contra a morte de corpos LGBTQI+ envolve a luta contra o racismo, a luta contra o feminicídio e, em especial, a luta contra o assassinato em massa de pessoas travestis e transexuais. Devemos entender que os corpos lgbtqi+ pretos e trans como os de Dandara e Matheusa são alvos de uma violência sistêmica, coordenada e estratificada na sociedade brasileira.
Quando compreendemos a essência desse ódio, que histórico e solidificado, conseguimos visualizar a realidade do país da forma como ela é. O Brasil é o país que mais mata pessoas LGBTQI+no mundo. A cada 26 horas uma pessoa LGBT morre no país, majoritariamente pessoas travestis e transexuais pretas.
Na contramão desses dados, mas também como uma resposta a essa violência, em 2019, o STF tornou crime a homotransfobia e recentemente, durante a pandemia da COVID-19, em sessão online, os ministros da Suprema Corte Brasileira decidiram contra a restrição de doação de sangue por gays.
Enquanto Atlética  de Direito da Maior Faculdade e Universidade Federal do país, o nosso posicionamento sempre será ao lado das liberdades e garantias individuais e dos direitos humanos!

AAAFND – Associação Atlética Acadêmica da Faculdade Nacional de Direito
Hoje é o Dia Internacional contra a LGBTQI+fobia. Foi nesta respectiva data, no ano de 1990, que a Organização Mundial de Saúde retirou o termo homossexualismo da lista de distúrbios mentais do Código Internacional de Doenças. Tendo como objetivo conscientizar a população sobre a luta contra a discriminação por orientação sexual e diversidade de gênero, essa data ganhou nome, por ser um marco na despatologização da homoafetivida. No entanto, temos que entender que essa luta não é simples, ela envolve diversas questões; a luta contra a morte de corpos LGBTQI+ envolve a luta contra o racismo, a luta contra o feminicídio e, em especial, a luta contra o assassinato em massa de pessoas travestis e transexuais. Devemos entender que os corpos lgbtqi+ pretos e trans como os de Dandara e Matheusa são alvos de uma violência sistêmica, coordenada e estratificada na sociedade brasileira. Quando compreendemos a essência desse ódio, que histórico e solidificado, conseguimos visualizar a realidade do país da forma como ela é. O Brasil é o país que mais mata pessoas LGBTQI+no mundo. A cada 26 horas uma pessoa LGBT morre no país, majoritariamente pessoas travestis e transexuais pretas. Na contramão desses dados, mas também como uma resposta a essa violência, em 2019, o STF tornou crime a homotransfobia e recentemente, durante a pandemia da COVID-19, em sessão online, os ministros da Suprema Corte Brasileira decidiram contra a restrição de doação de sangue por gays. Enquanto Atlética de Direito da Maior Faculdade e Universidade Federal do país, o nosso posicionamento sempre será ao lado das liberdades e garantias individuais e dos direitos humanos! AAAFND – Associação Atlética Acadêmica da Faculdade Nacional de Direito